Monthly ArchiveOctober 2019

"For the mountains may leave and the hills be removed, but my grace will never leave you, and my covenant of peace will not be removed,” says Adonai, who has compassion on you." Yeshayahu 54:10

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Hebrew In Israel | Torah Portion Devarim – Learn Torah

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In this week’s torah portion, Devarim (words), Israel’s leader, Moshe, delivers his final speech before his death.  Yoel addresses some technical issues surrounding this ancient document, as well as the governing of Israel.

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Hebrew In Israel | Torah Portion Matot/Masai – Learn Torah

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What do you do if you caused someone’s death, but it was an accident?  The Torah provides cities of refuge for those who commit manslaughter.  Yoel explains the function of these places for the double torah portion, Matot/Masai (tribes/stages). 

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Hebrew In Israel | Torah Portion Pinchas – Learn Torah

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In this week’s torah portion, Pinchas (Phinehas), Yoel addresses textual practices, priesthood, genealogy, and inheritance for women.

Não Falar o Nome

Yoel Halevi No Comments

Hebrew in Israel

Não Falar o Nome – Aprenda Torah

A Proibição de Falar o Nome – Uma Visão Geral de Fontes Selecionadas

Ultimamente eu tenho visto a renovação do debate em relação ao uso do nome de Deus.  O assunto à mão não é sobre a pronúncia correta, mas sobre o assunto base de usar o nome em geral.

Tem-se tornado um clamor comum que os sábios Judaicos, ou rabis, são aqueles que decretaram uma proibição sobre falar o nome de Deus. Contudo, um exame das fontes leva a uma conclusão completamente diferente.

Fontes Antigas Não-Rabínicas

O entendimento comum entre muitos é que os Fariseus e os rabinos são os originadores da proibição de falar o nome. É importante entender o desenvolvimento histórico desta prática para verdadeiramente entender o que realmente aconteceu. Infelizmente a ideologia tem afetado a pesquisa feita por muitos homens leigos, o que tem criado resultados tendenciosos e assunções incorretas. É também problemático perceber rabinos como um grupo, o que tem também afetado como ambos, Judeus ortodoxos e não-Judeus têm entendido esse assunto. 

Parece muito claro que  o nome era usado em votos e na vida cotidiana. Cartas descobertas em Lachish e Arad demonstram que as pessoas diziam o nome para escreverem, mesmo na vida regular do dia-a-dia (Ver Tor Sinai sobre Lachish e Aharoni sobre as catas de Arad). Contudo, durante a era Persa alguma coisa aconteceu. Como S. Japhet tem demonstrado em seu livro  sobre Crônicas, existe uma mudança no uso do nome. Versos paralelos de Samuel e Reis aparecem em Crônicas substituindo o nome por Elohim (Japhet S., A Ideologia do Livro de Crônicas e Seu Lugar no Pensamento Bíblico, Jerusalém, 1995, PP. 33-39)

Mais tarde, com o tempo, os Manuscritos do Mar Morto tenderam a remover em manuscritos não-bíblicos com quatro pontos. Nós também encontramos no Manuscrito de Damasco (CDa 15:1-10) uma proibição de usar o nome ou qualquer referência a Deus em votos. 

“[Ele não vai ju]rar pelo Alef e o Lamed (‘El=Deus) nem pelo Alef e o Dalet  (‘Adonai = O Senhor)”.

(CDa Col. XV, Martinez F.G., Os Manuscritos do Mar Morto Traduzidos, Leiden-New York-Cologne, 1992, p. 39)

Fontes Rabínicas

As fontes acima são não-rabínicas, e mesmo pré-datam qualquer noção rabínica ou farisaica. A prática de não usar o nome data ao longe, dentro história do segundo Templo e começou muito cedo. O ato foi tão amplamente espalhado que foi aceito por muitos, independentemente de quem eles eram. Mais tarde, com o tempo, nós também encontramos Abba Shaul proibindo o uso do nome (Mishnah Sanhedrin 10:1). Usualmente esta afirmação é usada para argumentar que é proibido falar o nome, que era uma prática comum. Contudo, por outro lado, alguém pode argumentar que a afirmação está em conjunção com a proibição de magia, como afirmado: 

Todo Israel tem uma porção no mundo vindouro, pois está dito: “O teu povo, todos eles justos, vão possuir a terra para sempre; Eles são o renovo que Eu plantei, a obra de Minhas mãos, em quem Eu me glorio” (Isaías 60:21). E estes são os que não têm porção no mundo vindouro: Aquele que mantém que ressurreição não é uma doutrina bíblica, que a Torah não foi divinamente revelada e um epicuro. Rabi Akiva diz: “Mesmo um que lê livros não-canônicos e um que sussurra [um encantamento] sobre uma ferida e diz: “Eu não vou trazer sobre vocês nenhuma das doenças que Eu trouxe sobre os egípcios: pois Eu sou o Senhor, o seu curador” (Êxodo 15:26). Abba Shaul diz: “Também alguém que pronuncia o nome divino como Ele é soletrado.”

Harari demonstra que o nome de Deus era usado em taças de magia da Babilônia, o que se encaixa  em nossa discussão geral (Harari Y, Magia Judaica Antiga, Jerusalém,  pp. 213-214). Alguém então pode perguntar: Poderia ser que as fontes rabínicas estão na verdade atacando a prática de magia e não adotando a proibição de dizer o nome? Contudo, com o tempo, a proibição se tornou tão comum que todo mundo entendia que era sobre não dizer o nome e não sobre magia. 

Quando examinando esta matéria, Schiffman tem demonstrado que em votos usados por Judeus rabínicos era esperado o uso do nome (Schiffman L.H., Lei, Costume e Messianismo nos Manuscritos do Mar Morto, Jerusalém, 1993, p. 226). Esta prática claramente fica em oposição à prática mencionada no Manuscrito de Damasco. Schiffman encontra evidência nas seguintes fontes:

(Números 5:21) “Então o Cohen (sacerdote) vai adjurar a mulher com o juramento da maldição.” Qual o intento disso? Porque está escrito (Levítico 5:1) “e ele ouve uma voz de maldição”, isso me diz apenas de uma maldição. De onde eu derivo que um juramento é como uma maldição? É derivado indutivamente, ou seja: Está escrito aqui (Números) “maldição” e está escrito em outro lugar (Levítico) “maldição.” Assim como aqui “juramento” é igualado a “maldição” (ou seja, “o juramento da maldição”), então, lá, “juramento” é igualado a “maldição”. E assim como aqui (o juramento é administrado) com “yod-heh” (ou seja, como citado anteriormente, “Possa o Senhor [yod-heh-vav-heh] tornar você, etc”) assim, todos os juramentos na Torah (são administrados com) “yod-heh”. (Sifr, Horovitz H.S, Jerusalém, 1992, p. 19).

“O juramento do Senhor (Yod-Heh) vai estar entre ambos eles”: pelo Yod-Heh. Daqui você deriva o mesmo para todos os “juramentos” na Torah. Desde que todos os “juramentos na Torah são não qualificados (quanto à fórmula do juramento), e a Torah qualificou um juramento em uma instância como sendo “Yod-Heh”, assim todos os juramentos na Torah devem ser pelo “Yod-Heh”.

(Mekhilta DeRabbi Yshma’el, Horovirts and Rabin, Jerusalem 1998, p.303).

Abaye disse:Isto não é difícil. Esta baraita é a opinião de Rabbi Hanina bar Idi, e aquela mishna é a opinião dos Rabbis, como é ensinado na baraita que Rabbi Hanina bar Idi diz: Desde que a Torah diz em alguns casos: Tome um juramento; e, em alguns casos: Não tome um juramento; e está dito em alguns casos: Amaldiçoe; e em alguns casos: Não amaldiçoe; assim como quando a Torah diz: Tome um juramento; é em nome de Deus, assim, também, quando a Torah afirma: Não tome um juramento; é em nome de Deus. E assim como quando a Torah afirma: Amaldiçoe; é em nome de Deus, assim, também, quando a Torah diz: Não amaldiçoe; é em nome de Deus.”

(Babylonina Talmud, Shvuot 35b).

Schiffman até mesmo encontra a Mishnah em Berakhot 9:5:

“Eles também decretaram que uma pessoa deveria cumprimentar seu companheiro no nome de Deus, como está dito: “E veja, Boaz vinha de Bethlehem e disse aos segadores, ‘Possa o Senhor ser com vocês’. E eles responderam a ele, “Possa o Senhor abençoar você’(Rute 2:4). E também está dito, “O Senhor é com você, guerreiro valoroso” (Juízes 6:12). E também está dito, “E não despreze sua mãe quando ela ficar velha” (Provérbios 23:22). E também está dito, “É tempo de agir em favor do Senhor, pois eles têm violado o Teu ensinamento” (Salmos 119:126). Rabbi Natan diz: [isto quer dizer] “Eles têm violado o Teu ensinamento. É tempo de agir em favor do Senhor.”

O entendimento é que essa afirmação não é sobre o tempo de Boaz, mas ao invés disso sobre o tempo que esta Mishnah foi composta. A afirmação final “eles têm violado o Teu ensinamento (literalmente, “Torah”)” indica uma objeção à ideia de não fazer votos no nome. Assim, a regra de usar o nome em votos como a Torah comanda em muitos lugares é mantida por fontes rabínicas em oposição à prática não-rabínica mencionada no Manuscrito de Damasco.

Fontes Medievais 

Provavelmente a fonte mais importante que nós temos sobre essa matéria é o rabbi do século 12, Moshe filho de Maimon, que abertamente afirma:

“O nome de Deus era pronunciado como escrito; ou seja, o nome do qual o proferimento  está de acordo com as letras Yod, Heh, Vav, Heh. Este é o Nome Inefável (literalmente, o Nome Próprio), onde quer que ele seja referido. Fora do Templo a pronúncia usual é usada, como se fosse escrito Alef, Dalet, Nun, Yod- Adonai.; pois o Nome Próprio de Deus como escrito não é pronunciado em nenhum lugar senão o Templo. Após a morte de Simon, o Justo, os sacerdotes cessaram de proferir o  Nome Próprio de Deus na Bênção, mesmo no Templo, de modo que uma pessoa indigna ou inadequada não o aprenda. Os antigos professores não ensinaram esse nome  aos seus discípulos ou filhos, mesmo quando eles eram dignos, exceto uma vez a cada sete anos – tudo isso por respeito ao Honrado e Reverenciado Nome de Deus.”

(Mishneh Torah, Oração e a Bênção Sacerdotal, 14:10).

O Rambam afirma dois pontos importantes. O primeiro é que o nome era permitido no Templo até o Segundo Templo. O segundo ponto é que o nome foi parado durante a era Hasmoneana. Embora ele se baseie no Talmud, esta descrição adiciona à nossa informação de uma proibição pré-rabínica sobre falar o nome. 

Contudo, como afirmado na referência acima à Mishnah em Sanhedrin, o contexto é provavelmente em relação a magia e uso diário na oração. 

Outra fonte que é primordial à propagação dessa prática é o Aleppo codex e o Leningrad codex. Ambos os textos evitam (a maior parte do tempo) colocar todas as vogais no tetragrammaton e em casos onde é adjacente ao nome אדני substituindo as vogais com as vogais de Elohim  אֲדֹנָי יְהוִה. Isto demonstra que Karaitas estavam também praticando não dizer o nome neste estágio. 

Conclusão

O material geral encontrado desde o Segundo Templo e fontes rabínicas indica que a proibição sobre o nome não foi um decreto rabínico. Parece mais provável que o nome não era usado devido a um costume que se desenvolveu na Judeia pelos diferentes grupos que viveram na era Persa. Tornou-se uma prática generalizada por volta do segundo século, se tornando uma parte importante em diferentes círculos Judaicos. Em um ponto se tornou tão comum que escrever o nome era proibido a menos que fosse em um Texto Bíblico. Nenhum grupo isolado pode ser o perpetrador dessa ação, e parece mais provável que era feito por quase todo mundo. Assim, alguém deve dizer que a proibição sobre falar o nome foi aceita por todos os grupos durante o Segundo Templo e não tem nada a ver com Rabbis que apenas apareceram no primeiro século da era comum. 

Hebrew In Israel | Bil’am – Learn Torah

Yoel Halevi No Comments

The Torah teaches us that Bil’am was extremely important at his time.  This importance echoed into later times and to the Jewish sages who recognized how powerful he was.  This power was so great that rabbis said he was called to do the job of cursing because he had the same God-given gift as Moses—the power of speech.

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Hebrew In Israel | Torah Portion Balaq – Learn Torah

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This week’s torah portion, Balaq (Balak) contains the very first occurrence of the word Satan in the bible.  Listen as Yoel explains the history of the word and the character.

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Hebrew In Israel | Torah Portion Chuqat – Learn Torah

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This week’s torah portion, Chukat (regulation), gives us the strange command concerning the red heifer.  Listen as Yoel sheds some light from the ancient world on this regulation.

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Hebrew In Israel | Torah Portion Qorach – Learn Torah

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In this week’s torah portion, Qorach (Korah), Yoel tackles a ramification of what happened in Korah’s rebellion .

Hebrew In Israel | Torah Portion Shelach – Learn Torah

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Our focus in this week’s torah portion, Shelach (send), is on the commands to set apart some of our bread dough for YHWH and to wear tzitzit, and the man who collected firewood on Shabbat.

Hebrew In Israel | Not Speaking The Name – Learn Torah

Yoel Halevi No Comments

Lately I have been seeing the renewal of the debate in regard to the use of the name of God. The subject at hand is not about the correct pronunciation, but on the base subject of using the name in overall. 

It has become a common claim that the Jewish sages, or rabbis, are the ones who decreed a prohibition on speaking God’s name. However, an examination of the sources leads to a completely different conclusion. 

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